Quando nos vestimos, colocamos sobre nossa pele algo muito maior do que tecido. É um conjunto de símbolos que demonstra um modelo econômico, um momento histórico, uma história individual e a forma como construímos nossa individualidade por meio deles.

Assim, além de ser uma expressão do EU de cada indivíduo, acompanhando a transição de personalidade, humor, valores e identidade, o consumo de moda também pode ser entendido como o apoio individual a determinados meios de produção

Por isso, em apoio ao Fashion Revolution e como parte de nosso compromisso público com a preservação do meio ambiente e com a condução de uma cadeia de produção ética, transparente e sustentável, buscamos difundir a importância de conhecer a origem das roupas, quem as fabrica e em quais condições são produzidas e distribuídas. Pensar sobre o modelo de produção em que as roupas são feitas também é uma forma de fazer moda de forma consciente e demonstrar o que apoiamos por meio do que vestimos. 

Acreditando no poder da moda para inspirar, provocar, conduzir e cativar, a campanha #QuemFezMinhasRoupas foi criada para conscientizar sobre os impactos socioambientais do setor, celebrar as pessoas por trás de cada peça de roupa, incentivar a transparência e fomentar a sustentabilidade. 

Durante o mês de abril, além das boas escolhas ao consumir moda, é possível mostrar o apoio à revolução no modelo de produção e consumo compartilhando a hashtag #QuemFezMinhasRoupas e participando dos debates promovidos pelo Fashion Revolution, movimento global criado a partir do desabamento do edifício Rana Plaza em Bangladesh, que causou a morte de 1.134 trabalhadores da indústria de confecção em condições análogas à escravidão e deixou mais de 2.500 feridos.

Seja curioso. 
Descubra. 
Revele o seu estilo e propague sua moda! 

Fique de olho no que está por vir.

Semana Fashion Revolution Brasil - 22 a 28 de abril

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